28 de fevereiro de 2010

Notícia O Ribatejo

Pedro Magalhães Ribeiro é o novo líder do PS Cartaxo

Pedro Magalhães Ribeiro venceu este sábado as eleições para a comissão política concelhia (CPC) do PS Cartaxo, naquele que foi o acto eleitoral interno mais participado de sempre, com 199 votantes efectivos.

A lista B, do ex-vereador e vice-presidente da Câmara, recolheu um total de 83 votos, contra 75 na lista C, de Bernardo Pereira. A lista A, liderada por Marco Caetano, teve apenas 37 votos, e quatro militantes votaram em branco.

“A partir de hoje, vamos virar a página e trabalhar para a pacificação do PS no Cartaxo”, afirmou ao nosso jornal Pedro Magalhães Ribeiro, acrescentando que conta com a ajuda dos candidatos vencidos, “tal como todos referimos durante a campanha”.

O novo presidente desta estrutura partidária disse que pretende “agendar rapidamente uma reunião com os outros dois candidatos, e pedir à actual presidente do partido, a vereadora Rute Ouro, a marcação de uma comissão política concelhia para a tomada de posse do novo secretariado”.

Quando o secretariado, o órgão máximo do partido a nível local, estiver eleito, o agora presidente da CPC vai solicitar o agendamento de “uma reunião geral de militantes, coisa que já não acontece há mais de cinco anos”.

Segundo o método de Hondt, a lista vencedora elege 13 elementos para a nova CPC, a lista de Bernardo Pereira 12 e a de Marco Caetano seis nomes.

A estes 31, juntam-se três elementos da JS Cartaxo, que têm também direito a voto.

in O Ribatejo

Notícia O Mirante

Pedro Ribeiro é o novo presidente do PS Cartaxo

Pedro Ribeiro é o novo presidente da Comissão Política Concelhia do PS Cartaxo. Nas eleições realizadas este sábado, entre as 14h00 e as 18h00, Pedro Ribeiro conquistou 83 votos, face aos 75 votos de Bernardo Pereira e aos 37 votos de Marco Caetano. Registaram-se ainda quatro votos brancos, na eleição mais participada de sempre do PS Cartaxo, com 199 votantes num universo de cerca de 300.

Os resultados garantem a Pedro Ribeiro 13 lugares na comissão política concelhia, face a 12 lugares da lista de Bernardo Pereira e seis lugares da lista de Marco Caetano (a JS tem três lugares por inerência).

Para Pedro Ribeiro a vitória é valorizada pela forte participação dos militantes mas o recém-eleito presidente da concelhia aposta em reunir com os seus adversários na corrida eleitoral. “Vou solicitar uma reunião com Bernardo Pereira e Marco Caetano para podermos formar uma lista de consenso e solicitar à presidente da concelhia, Rute Ouro, que se marque uma reunião da comissão política para propor a criação do novo secretariado do partido. Assim que tomar posse vou convocar uma reunião geral de militantes, que não se convoca há cinco anos, para lhes dar voz”, refere Pedro Ribeiro, como três acções prioritárias a desenvolver de imediato.

Pedro Ribeiro sustenta que será possível trabalhar em conjunto com os candidatos vencidos, lembrando as linhas que estes defenderam durante a campanha. Diz ainda não temer que a dispersão de votos pelas três candidaturas contrarie a vontade de mobilizar todos os militantes, independentemente de quem constitui as listas.

in O Mirante

Notícia Rádio Cartaxo

PS/Cartaxo com novo presidente

Pedro Ribeiro, cabeça de lista da Lista B, é o novo presidente do PS/Cartaxo.

As eleições realizaram-se este sábado, e a Lista B arrecadou 83 dos 199 votos contabilizados.

Depois de contados os votos, Bernardo Pereira, o segundo mais votado com 75 votos, diz que a democracia é assim, e diz que o facto de a sua candidatura ter arrancado tarde foi determinante para este resultado.

Marco Caetano foi o grande derrotado deste dia eleitoral, já que conseguiu apenas 37 votos, quando apresentou uma lista com 42 nomes.

No final, o candidato destacou que este foi um resultado muito positivo para o Partido Socialista.

O vencedor apontou o facto de a sua candidatura ter apresentado muitas ideias como determinante para esta vitória.

Com estes resultados, a lista de Pedro Ribeiro fica com 13 lugares na Comissão Política; Bernardo Pereira tem direito a 12 lugares; e Marco Caetano a 6. A estes, juntam-se 3 lugares da JS, por inerência.

Com um resultado tão apertado, Marco Caetano, embora com um resultado aquém do esperado, poderá funcionar como fiel da balança socialista do Cartaxo.

in Rádio Cartaxo

27 de fevereiro de 2010

Acto eleitoral - PS Cartaxo

HOJE: Sábado, 27 Fevereiro 2010

Sede do PS Cartaxo


Das 14h00 às 18h00


Eleições para a Comissão Política do PS Cartaxo


VOTE LISTA B

25 de fevereiro de 2010

Debate

Hoje, às 21h00, na Rádio Cartaxo (102.9):
Debate com os 3 candidatos à presidência da Comissão Política do PS/Cartaxo: Bernardo Pereira, Marco Caetano e Pedro Ribeiro.

24 de fevereiro de 2010

Manifesto. Vote lista B.



(clique nas imagens para ampliar)

A lista "Dar voz ao partido. Confiar nos militantes."

Lista de efectivos:

N.º NOME
1 PEDRO RIBEIRO
2 DÉLIO PEREIRA
3 OLINDA ALEXANDRE
4 FERNANDO AMORIM
5 PEDRO NOBRE
6 ELVIRA TRISTÃO
7 JOÃO SOARES
8 MANUEL GERARDO
9 ANABELA DAMIÃO RODRIGUES
10 PAULO VILA
11 FILOMENA CALISTO
12 ANTÓNIO MORÃO
13 JOÃO CARLOS NEVES
14 LUISA ESTAFERRO
15 PAULO JAREGO
16 JOAQUIM COSTA
17 TELMA VINHAS
18 JOÃO CUSTÓDIO BORGES
19 VITOR OLIVEIRA
20 ANA GABIRRO LUÍS
21 PAULO SIMÃO
22 AUGUSTO PARREIRA
20 ANA CRISTINA FIALHO
24 ANDRÉ SANTOS
25 HÉLIO AMENDOEIRA
26 CATARINA TAVARES
27 JOSÉ PÊGO
28 JOÃO ALFAIA
29 MARIA JUDITE PRATAS
30 MARIA ROSÁRIO FERNANDES
31 JÚLIO NEVES


Lista de suplentes:

1 PAULO ANJO
2 CLÁUDIO SOUSA
3 ANA AMORIM
4 FRANKLIM CASQUEIRO
5 JOSÉ CARLOS NOGUEIRA
6 MARIA RICARDINA NOGUEIRA
7 JOÃO TRISTÃO
8 VITOR PITA
9 MARIA EDUARDA ALMEIDA
10 CARLOS MARTINS
11 ANA MARGARIDA RIBEIRO
12 FRANCISCO FIALHO
13 ANTÓNIO ABREU
14 CRISTINA JAREGO
15 MANUEL AMORIM
16 TELMO PITA
17 MARIA ROSÁRIO NUNES
18 VITOR FERNANDES
19 JOSÉ ESTEVES
20 ROSA SILVA
21 NUNO GUERRA


Contamos com todos! Vamos dar voz a todos os militantes!

MOÇÃO POLÍTICA - Concelhia do Cartaxo


Primeiro Subscritor

Pedro Magalhães Ribeiro

Militante n.º 42739

18 de Fevereiro 2010






Nota Introdutória

Para o socialismo democrático, uma sociedade humanista que confere o primado à afirmação dos direitos humanos, assenta na democracia política entendida como um ideal de afirmação dos valores da liberdade, do pluralismo, do diálogo e da tolerância.

Esses valores, património de uma esquerda moderna, são realizados através da participação dos cidadãos na vida pública, nomeadamente através do sufrágio, em eleições ou em referendos, e pela intervenção em partidos, associações políticas, sindicais ou cívicas.

A Comissão Política Concelhia é um elo fundamental na cadeia da organização partidária do Partido Socialista e é da dinâmica e coesão interna que depende a força anímica local tão vital para resultados vitoriosos nos desafios eleitorais do nosso sistema democrático.

O Município do Cartaxo vive um tempo decisivo em que se exige o reforço da ousadia, da modernização e da capacidade de enfrentar novos desafios e abrir novas fronteiras.

Nesse sentido, no passado dia 4 de Janeiro, em reunião de Comissão Política Concelhia, anunciei que estava disponível para me candidatar à Presidência da Comissão Política Concelhia do Partido Socialista do Cartaxo (CPC/PS). Fi-lo, com sentido de responsabilidade, junto dos militantes.

Na análise política do balanço destes dois últimos anos de mandato todos os elementos que compõem aquele órgão e que intervieram estiveram em sintonia: o PS no Cartaxo continuou um partido fechado sobre si próprio, sem dinâmica, não organizando uma única actividade das muitas a que o actual Secretariado se tinha proposto. Não houve qualquer debate organizado pelo Partido. Não houve solução para uma sede que continua a não ter qualquer tipo de condições para se trabalhar. Não existiu site na Internet ou blogue para divulgar iniciativas do Partido. O PS, enquanto Partido de militantes, voltou a não existir no concelho do Cartaxo nestes dois últimos anos.

Os pressupostos da candidatura que protagonizámos há dois anos atrás não apenas permaneceram como se acentuaram.

Assim, recandidato-me à Presidência do PS/Cartaxo porque não me conformo com o marasmo e o declínio visível do meu Partido. A confiança que os eleitores têm dado ao PS, desde que existe Poder Local democrático, dá-nos a enorme responsabilidade de continuar a construir as melhores propostas, voltar a investir nas ideias para termos melhores projectos para o nosso concelho. Para tal, precisamos de um PS mais aberto à participação dos militantes.

Para esta candidatura os militantes do PS não são apenas um número. A realização plena da democracia interna do PS/Cartaxo exige que se dê, de forma contínua e não apenas na véspera de qualquer acto eleitoral, voz aos militantes. Os militantes têm um papel insubstituível na vida do Partido que não se esgota na sua organização ou no seu funcionamento. Os militantes são fundamentais para a definição das propostas políticas e, sobretudo, para alertar para o que vai mal nas nossas autarquias ou no próprio funcionamento do Partido.

Defendemos um PS mais aberto. Mais aberto à participação dos militantes e, de forma descomplexada, mais aberto aos nossos concidadãos que, pretendendo manter o seu estatuto de independência partidária, querem, connosco, assumir a batalha do desenvolvimento da nossa terra. A proposta do Fórum “NOVOS DESAFIOS” que colocámos em prática, marcou uma nova fase na vida cívica do concelho do Cartaxo. Representou a nível local, uma plataforma de debate, de diálogo aberta a todos aqueles que, militantes ou não, queriam intervir na vida social, económica e política do nosso concelho. O Fórum “NOVOS DESAFIOS” trazendo mais pessoas para o debate é um excelente veículo para mobilizar aqueles que menos têm participado na vida política: as nossas concidadãs e os mais jovens. Defender a igualdade de oportunidades entre homens e mulheres é uma prioridade desta candidatura.

As mulheres portuguesas, no contexto da União Europeia, sendo as que mais trabalham a sua média salarial é inferior à dos homens. Sendo maioritárias na frequência do ensino superior são as que mais dificuldade têm na obtenção do primeiro emprego. Na vida pública, na vida política, o contexto, apesar do significativo avanço das alterações efectuadas pelo PS, ainda é de fraca representação. Assim, no muito que há ainda por fazer, sendo o combate pela igualdade uma responsabilidade e uma tarefa de todos, cabe às nossas concidadãs um papel catalisador de que esta candidatura não quer prescindir. Reafirmamos que mobilizar as nossas concidadãs para as tarefas colectivas, para a participação política é uma prioridade desta candidatura.

São preocupantes os sinais que nos chegam da relação dos jovens com a actividade política. Sendo a juventude o garante da nossa sociedade e do seu regime democrático, temos que inverter este cenário. O PS/Cartaxo não pode continuar a prescindir do capital cívico que representam os mais jovens. A sua natureza irreverente, criativa, moderna, talentosa e com grande capacidade critica faz dos mais jovens um dos pilares fundamentais para o enriquecimento e actualização das nossas propostas políticas. Neste ponto, é de extraordinária importância o trabalho e a articulação com a JS para atrair e mobilizar mais jovens para a participação cívica. Para tal, é fundamental dar-lhes mais responsabilidades internas para que se sintam, de pleno direito, parceiros mais intervenientes na definição do nosso futuro colectivo. A proposta do Fórum “NOVOS DESAFIOS” pretende unir vontades e competências dos militantes e de todos aqueles que se revêem na nossa área política. É urgente que assim aconteça de modo a trazer à nossa acção político-partidária, um debate mais qualificado com maior participação de todos, para uma cidadania mais activa.

O Cartaxo é um concelho de extraordinárias oportunidades. Cabe-nos a nós – a todos nós – saber construir uma visão de futuro, ambiciosa e pragmática, capaz de responder aos desafios do desenvolvimento sustentável, da competitividade e da coesão desta terra tão fascinante!

Nesse sentido, apresento a minha candidatura em nome do Partido Socialista, pelos nossos valores de sempre.

A minha candidatura, a nossa candidatura, pretende qualificar o debate interno para intervir mais profundamente na comunidade local, regional e nacional. Pretende também recriar um novo desafio autárquico: em parceria com todos os eleitos locais, com todos os que integraram as nossas listas nas assembleias de freguesia, juntas de freguesia, assembleia e câmara municipal, e, acima de tudo, reconstruir e reforçar a coesão do PS/Cartaxo enquanto Partido mais representativo e por isso com maiores responsabilidades no nosso concelho.

Queremos Pacificar o Partido, Arrumar a Casa e Arregar as Mangas!

Para isso é preciso DAR VOZ AO PARTIDO, CONFIAR NOS MILITANTES!

Conte connosco. Contamos consigo!

Saudações socialistas e um abraço amigo e fraterno.

O candidato a Presidente da Comissão Política do PS/Cartaxo

Pedro Magalhães Ribeiro
PRINCIPAIS EIXOS DE INTERVENÇÃO

DA COMISSÃO POLÍTICA DO CARTAXO

No seguimento do que foi apresentado em 2008, esta Comissão Política Concelhia (CPC) do PS/Cartaxo tem como principais objectivos mobilizar e dar voz aos militantes, apelar ao seu espírito crítico na discussão da estratégia e dos projectos que melhor contribuirão para o desenvolvimento do nosso concelho, para o reforço e implementação de uma nova geração de políticas locais que reconstruam e reforcem os laços de confiança da maioria dos eleitores em 2013.

Entendemos que para além da CPC, há todo um universo de militantes, simpatizantes e potenciais eleitores que temos de envolver na nossa via de renovação e confiança.

Para conseguir essa abertura e cumprir esse desiderato esta candidatura aposta em quatro grandes eixos fundamentais:

§ Formar e qualificar os militantes para uma melhor intervenção política na sociedade, particularmente, na representação do PS nos órgãos da freguesia e do município;

§ Descentralizar as reuniões magnas da Concelhia e as acções temáticas a desenvolver, dando mais visibilidade ao trabalho que é realizado em cada uma das nossas oito freguesias;

§ Afirmar a Concelhia a nível federativo e nacional, qualificando a intervenção dos camaradas que naqueles órgãos representem a nossa estrutura política;

§ Unir, no respeito pela diferença, todos os socialistas do concelho em torno de um só desígnio: centrar a nossa discussão política nas ideias e projectos para desenvolver o nosso concelho, a nossa região e o nosso país.

PRINCIPAIS LINHAS ESTRATÉGICAS

A candidatura DAR VOZ AO PARTIDO, CONFIAR NOS MILITANTES propõe a todos os militantes socialistas do concelho do Cartaxo uma participação activa e motivada quer no âmbito da nossa concelhia, quer nos órgãos federativos e nacionais.

Eis as grandes linhas estratégicas desta candidatura que propomos aos socialistas da nossa concelhia:

MILITÂNCIA E ORGANIZAÇÃO PARTIDÁRIA

§ Solucionar o problema da Sede do Partido que se arrasta há demasiado tempo, seja com contribuições de militantes seja através do envolvimento das estrututas federativa e nacional;

§ Cumprir e fazer cumprir os estatutos do PS, nomeadamente no que diz respeito ao regular funcionamento do Secretariado, da Comissão Política e da Reunião Anual dos Militantes do nosso concelho;

§ Reforçar a autonomia/separação entre a acção política das autarquias e a estrutura do PS/Cartaxo, mantendo de forma regular o diálogo recíproco entre os militantes e os eleitos locais;

§ Participar em todos os “combates” políticos, de acordo com as posições assumidas pelo PS, em todos os actos eleitorais como referendos, eleições presidenciais, legislativas, autárquicas e europeias;

§ Organizar encontros autárquicos trimestrais onde os eleitos das assembleias de freguesia, juntas de freguesia, assembleia e câmara municipal possam partilhar, discutir e analisar o andamento dos projectos em curso em todo o município;

§ Estimular a participação de mais mulheres na vida política local, defendendo, pelo mérito da sua participação e capacidade de intervenção, medidas crescentemente paritárias na representação do partido nos diferentes órgãos políticos;

§ Definição de um Programa Regular de Formação Técnica e Política;

§ Descentralização das Reuniões Plenárias da CPC, bem como de outras actividades concelhias do PS;

§ Criação de acções regulares de Reflexão Política;

§ Criação de um Gabinete de Estudos;

§ Realização da Convenção Autárquica Anual;

§ Reforçar os mecanismos de participação dos militantes;

§ Reforçar os laços de entendimento e acção política global com a CPC da JS.

ESTRATÉGIA COMUNICACIONAL

§ Criação de um site ou de um blog na Internet de informação geral e de intervenção dos militantes;

§ Diálogo periódico com a Comunicação Social fornecendo de modo continuado informações acerca das posições políticas do PS;

§ Criação de uma newsletter ou de um boletim informativo que permita uma maior proximidade com todos os militantes sobre a actividades da concelhia e a intervenção dos eleitos do PS nos diferentes órgãos autárquicos.

PROJECTAR O PS CONCELHIO À ESCALA FEDERATIVA E NACIONAL

§ Potenciar a qualidade da prestação dos representantes do PS/Cartaxo nos órgãos federativos e nacionais. Não basta sermos uma das maiores estruturas! Queremos ser uma das melhores, com uma participação mais qualificada e representados pelo Presidente da Concelhia de forma regular;

§ Afirmar a CPC a nível federativo e nacional, mediante uma estratégia de promoção de uma imagem positiva do concelho;

§ A secção do Cartaxo quer voltar a estar representada, por mérito da participação dos seus militantes, em lugar elegível nas listas à Assembleia da República;

§ Queremos reforçar os laços de camaradagem com as secções do nosso distrito, procurando, por essa via, reforçar a coesão da nossa região.

ESTABELECER UMA VIA DE PROXIMIDADE

COM A COMUNIDADE LOCAL

§ Realizar iniciativas abertas à população e aos líderes de opinião com a criação do Fórum Novos Desafios;

§ Manter um diálogo permanente e de contacto no terreno com o tecido associativo do concelho, aquando das reuniões descentralizadas da CPC e do Secretariado pelas oito freguesias do nosso concelho.

Autárquicas 2013:

preparar o futuro

Restaurar E REFORÇAR a confiança

JUNTO dos eleitores

Os sinais dos três últimos actos eleitorais autárquicos são preocupantes e devem merecer a reflexão de todos os socialistas: Porque é que tivémos o pior resultado de sempre para a Câmara Municipal, se excluirmos 1985 e 1988 em que concorreu o PRD? Porque é que foi o pior resultado no Cartaxo quando a nível nacional o PS teve o melhor resultado de sempre? Porque é que perdemos a maioria absoluta na Assembleia Municipal com a perda de 5 Deputados Municipais? Porque é que perdemos a Junta de Freguesia da Ereira? Porque é que temos vindo a perder a confiança dos eleitores quando tivemos, neste ciclo político, um conjunto de obras de extrema importância a ser finalizadas?

As perdas verificadas nos últimos actos eleitorais autárquicos devem-nos levar a reflectir, em conjunto, sobre as suas causas. A resposta para estas questões está em DAR VOZ AO PARTIDO, CONFAR NOS MILITANTES! Os eleitos têm que prestar contas das decisões que tomam junto daqueles que representam. Os militantes não podem ser tratados como um número, como um verbo-de-encher!

Muitas, se não todas, destas perdas, tiveram a sua raiz na falta de capacidade de nos mobilizarmos, de mobilizarmos os agentes de desenvolvimento deste município. Ao invés disso, quem lidera o PS/Cartaxo direccionou a nossa acção política, quase em exclusivo, para operações de desgaste interno. Algo de inédito no PS/Cartaxo como retiradas de pelouros a vereadores, um número significativo de demissões na Assembleia Municipal e um ambiente de grande conflitualidade institucional contribuíram para termos perdido mandatos na Câmara Municipal, Assembleia Municipal e termos perdido a Junta da Ereira. A política da “terra queimada” faz com que hoje, o actual presidente do PS/Cartaxo, não reúna à sua volta o apoio de nenhum ex-Presidente de Câmara, nenhum ex-Presidente de Assembleia Municipal ou dos ex-Vereadores que ele próprio escolheu.

Portanto, o resultado da má gestão das equipas políticas deu o resultado esperado: a perda gradual da confiança dos eleitores no projecto socialista para o concelho do Cartaxo!

Acreditamos que temos capacidade para inverter este ciclo, esta tendência! Assumamos todos, naturalmente na devida medida e proporção, a responsabilidade colectiva pelo que se passou. Será, sem dúvida, um pequeno mas muito importante passo para que todos possamos estar disponíveis a corrigir o que correu mal no passado.

Importa preparar um futuro diferente!

O PS/Cartaxo, como fiel depositário da confiança da maioria dos eleitores do nosso concelho e pela importância política que objectivamente tem, deverá assumir um processo dinâmico que nos capacite para intervir de forma mais eficiente e permanente no nosso concelho.

Importa, por isso, nos processos de renovação autárquica para 2013, decorrentes da nova Lei Eleitoral Autárquica, antecipar a emergência das situações, preparando, atempadamente, o futuro num clima de concertação política.

É este o nosso caminho: o caminho do diálogo, da concertação de posições, do trabalho próximo, do aprofundamento do debate sempre que divergirmos, por uma cultura de aglutinação e de convergência assente na construção de consensos.

É nossa intenção, com a participação de todos, construir uma estratégia para o próximo mandato concelhio, consistente e mobilizadora dos militantes e, principalmente, dos nossos concidadãos.

O sucesso desta estratégia, deste projecto, está intimamente ligado ao desenvolvimento da cooperação política entre os órgãos concelhios e os eleitos locais pelo nosso Partido.

É nosso compromisso, reunindo as equipas políticas que concorreram aos diversos órgãos autárquicos e os militantes do PS/Cartaxo, desenvolver um trabalho de procura de consensos alargados. Queremos, principalmente, dar um sinal claro de união e de mobilização em torno dos problemas que mais afectam as pessoas. É urgente, mais do que dar um sinal, efectivar no terreno que os que nos mobiliza são as respostas às difíceis exigências conjunturais e estruturais com que se debatem as nossas empresas e as nossas famílias.

Temos a certeza que é esta relação de confiança que temos que reconstruir com os nossos concidadãos.

É necessário tornar o PS/Cartaxo mais eficiente e atractivo para unir vontades e competências, dos militantes e de todos aqueles que se revêem na nossa área política.

É urgente que assim aconteça de modo a trazer ao PS/Cartaxo e à nossa acção político-partidária, um debate mais qualificado com maior participação de todos. Antes de nos precipitarmos em discutir nomes para integrar listas eleitorais importa, em primeiro lugar, centrarmo-nos na concretização do ambicioso projecto político que apresentámos nas últimas eleições; em segundo lugar, na Câmara Municipal, voltar ao rumo que estávamos a seguir nos anos anteriores, fiéis ao nosso programa político e à nossa linha de orientação com o futuro; e, no calendário definido pelos órgãos federativos, depois de trabalharmos nos melhores projectos para o nosso concelho, em sede de Comissão Política, em decisão colectiva, sugerir aos órgãos federativos e nacionais aqueles que deverão representar o nosso partido nos actos eleitorais autárquicos.

O PS/Cartaxo tem que dar particular atenção ao papel que a JS pode desempenhar na formação de quadros políticos. É de extraordinária importância o trabalho com a JS.

Pela sua natureza irreverente, criativa, moderna, talentosa e com grande capacidade critica, é na aposta nos jovens socialistas que já hoje temos que ganhar no confronto democrático com os outros partidos políticos, na busca de melhores soluções para os problemas com que nos debatemos e com os novos caminhos à esquerda que apontamos.


Nota Final

As eleições agendadas para o próximo dia 15 de Fevereiro terão lugar num quadro político, social, cultural e económico muito diverso daquele que em decorreu o anterior acto eleitoral concelhio no PS/Cartaxo.

DAR VOZ AO PARTIDO, CONFAR NOS MILITANTES é o primeiro passo restaurar e reforçar a relação de confiança que os eleitores, em eleições autárquicas, sempre estabeleceram com o PS no Cartaxo.

Só um PS/Cartaxo unido e coeso terá condições para vencer os próximos desafios eleitorais. Só um PS/Cartaxo unido e coeso poderá inverter o actual ciclo de perda eleitoral ao nível das autárquicas. Unido em torno dos princípios e valores de sempre do PS.

Todos estes desafios só poderão ser cumpridos se contarmos com a participação de todos os militantes. As lideranças afirmam-se pela capacidade de agregar, de somar, de multiplicar. Não se afirmam excluindo, subtraindo, dividindo.

Temos que saber mobilizar as mulheres socialistas, a Juventude Socialista, os movimentos sindicais, e todos aqueles que representam, na nossa comunidade, os valores de esquerda que sustentam a matriz genética do PS/Cartaxo! É, também por aqui, que asseguramos o futuro do Partido e vencemos os seus desafios. Temos que estar mais próximos!

Acreditamos que só unidos nos valores da esquerda democrática, de uma esquerda moderna poderemos afirmarmo-nos como verdadeiros progressistas na defesa de uma sociedade mais justa, com mais igualdade para todos. Para trilharmos esse caminho pela positiva e para construirmos um PS/Cartaxo mais forte temos duas ferramentas fundamentais: o trabalho e a dedicação à causa pública.

Com estas propostas, queremos contribuir para um PS/Cartaxo mais aberto à sociedade, mais aberto aos militantes, de forma a restaurar e alargar junto dos nossos concidadãos o prestígio e a credibilidade do nosso Partido, conquistados ao longo dos anos nas mais decisivas batalhas para a afirmação do Poder Local democrático e da democracia em Portugal.

O PS, herdeiro do ideário de Proudhon, de Léon Blum, Olof Palme, Brandt, dos valores do socialismo democrático e dos paradigmas da Revolução Francesa, Liberdade – Igualdade – Fraternidade, aos quais devemos acrescentar a Solidariedade como marca de uma sociedade moderna que queremos inclusa, deve-se abrir sem preconceitos às novas formas de acção e organização política e ao exercício de discurso renovado, incorporando uma nova mensagem.

Sempre me afirmei politicamente de forma transparente e democrática, sem reserva mental, pela positiva e de forma construtiva. Estou e estarei sempre disponível para servir o PS.

É desse modo que me apresento, que nos apresentamos com uma excelente equipa para dizer presente ao PS/Cartaxo! Para dizer presente pela dignificação da actividade política! Pelo concelho do Cartaxo e pelas gerações vindouras!

JUNTE A SUA À NOSSA VOZ!

O primeiro subscritor da moção política

Dar voz ao partido, confar nos militantes

Pedro Magalhães Ribeiro

Militante n.º 42739


23 de fevereiro de 2010

Notícia Rádio Cartaxo

Pedro Ribeiro apresentou moção

Pedro Ribeiro apresentou este sábado, em Vila Chã de Ourique, perante cerca de 80 pessoas, a sua moção e lista à concelhia socialista do Cartaxo.

Intitulada “Dar voz ao partido. Confiar nos militantes”, esta moção aposta na reactivação da concelhia e no aproximar dos militantes e população, disse o cabeça de lista, Pedro Ribeiro.

21 de fevereiro de 2010

Notícia O Ribatejo



Pedro Ribeiro candidata-se para unir militantes e organizar partido no Cartaxo


Organizar o funcionamento interno da concelhia e reconciliar os militantes com esta estrutura partidária são as duas grandes linhas de acção da candidatura de Pedro Magalhães Ribeiro à presidência da comissão política do PS Cartaxo.

“Dar voz ao partido, dar voz aos militantes” é o nome da moção apresentada publicamente no sábado, 20 de Fevereiro, na biblioteca de Vila Chã de Ourique, onde o candidato se disse motivado “a promover o diálogo interno e acabar com a tendência para pôr de lado quem pensa diferente”.

As eleições internas realizam-se no próximo dia 27 de Fevereiro, com mais dois candidatos na corrida, Marco Caetano e Bernardo Trindade.

“Temos saudades de um passado em que o PS Cartaxo ainda se olhava olhos nos olhos, em que as pessoas acreditavam em nós, e em que resolvíamos os problemas em família, ouvindo e aceitando a opinião daqueles que discordavam”, frisou o ex-vereador da Câmara, que, a nível interno, se propõe a “fazer algo tão caricato como cumprir os estatutos do próprio partido”.

Isto porque nenhum dos órgãos locais tem reunido com a prioridade definida, casos da actual comissão política e do secretariado.

“Ninguém se deve lembrar de quando foi realizada a última reunião anual de militantes”, exemplificou.

No seu programa estratégico, que inclui propostas resultantes de várias reuniões com militantes nas oito freguesias do concelho, incluem-se a realização de encontros autárquicos trimestrais (com eleitos de todos os órgãos do poder local), acções regulares de reflexão política e um programa regular de formação técnica e política, entre outras propostas.

Tudo “para reforçar os mecanismos de participação dos militantes”, explicou.

Com Pedro Nobre e Olinda Alexandre como números dois e três, a lista B encabeçada por Pedro M. Ribeiro traçou ainda como grande objectivo “trabalhar para inverter a tendência dos resultados autárquicos dos últimos anos”.

Apesar de continuar a ser o partido mais votado, o PS perdeu mais de 2 mil votos entre 1997 (7.405, com Conde Rodrigues como cabeça de lista) e 2009 (5.382 eleitores, com Paulo Caldas, actual presidente da autarquia).

“A conjuntura negativa nacional não pode servir de desculpa, porque o PS, nas últimas autárquicas, obteve os melhores resultados de sempre”, relembrou Pedro M. Ribeiro.

“Estes números resultam da profunda inactividade a nível local, onde nos últimos dois anos não foi organizada uma única iniciativa”, frisou o candidato, lembrando o verdadeiro surto de militância socialista que se viveu no concelho há cerca de dois anos.

Recorde-se que, no início de 2008, Pedro Magalhães Ribeiro concorreu à presidência da comissão política concelhia e perdeu contra Paulo Caldas, também num momento de grande instabilidade interna.

Curiosamente, após o ex-vereador ter anunciado que avançava, o número de militantes passou de 120 para mais de 300 filiados, que deram a vitória ao actual presidente da Câmara.

“Se há mais militantes, não se entende porque é que não há mais votos nem uma maior dinâmica interna do partido”, considerou.

Em 2008, nas eleições mais participadas de sempre, votaram 197 militantes, tendo Paulo Caldas ganho com 133 votos contra 64 em Pedro M. Ribeiro.

A comissão política concelhia ficou com 21 elementos eleitos pela lista do presidente da Câmara e 10 pela do ex-vereador, a quem Paulo Caldas retirou todos os pelouros e a confiança política no mandato anterior.

Entretanto, Paulo Caldas acabou por apresentar demissão da presidência da estrutura partidária, ficando Câncio Ribeiro como responsável.

Demitiu-se no sábado, 20 de Fevereiro, na sequência de e-mails ofensivos enviados em nome da concelhia do PS sem o seu conhecimento.

in O Ribatejo

19 de fevereiro de 2010

Sessão com militantes da JS Cartaxo


Convite

HOJE: Sexta-feira, 19 Fevereiro 2010


Junta de Freguesia da Lapa, 21h15



Sessão de esclarecimento com militantes e simpatizantes

20 de janeiro de 2010

Mensagem de candidatura

Amigas e amigos,

Camaradas,

No passado dia 4 de Janeiro, na reunião da nossa Comissão Política, motivado por muitos militantes, anunciei que sou candidato a Presidente do PS/Cartaxo.

Porque queremos tirar o PS/Cartaxo do descrédito e da agonia em que se encontra. No Cartaxo o PS é hoje um Partido fechado, parado, sem iniciativa.

Porque queremos unir os militantes do nosso Partido. É tempo de acabar com a divisão e com a exclusão de camaradas nossos de reconhecido valor.

Porque o PS/Cartaxo para ter futuro, tem que ter orgulho no seu passado e nos seus militantes.
Porque não basta o PS/Cartaxo ouvir os seus militantes nas vésperas das eleições.

Porque queremos DAR VOZ AO PARTIDO, DAR MAIS CONFIANÇA AOS MILITANTES. Porque todos somos necessários ao Partido.

Com a convicção de que temos a obrigação de fazer mais e melhor pelo nosso partido e pelo nosso concelho, convido todas e todos os meus camaradas, assim como todos os eleitores socialistas a estarem presentes.

Vamos a isto, juntos! O PS/CARTAXO conta connosco!


Pedro Magalhães Ribeiro

19 de janeiro de 2010